Autor: Leonardo Castelo Branco
Postado em 24 de abril de 2026 às 11:30
Atualizado em 24 de abril de 2026 às 11:30

Se você quer financiar um imóvel no Brasil, a regra geral é simples:
A entrada costuma variar entre 10% e 30% do valor do imóvel.
Mas isso não é uma lei fixa. É um campo elástico que depende de alguns fatores importantes.
Na prática:
Exemplo rápido:
Aqui é onde o jogo muda.
Programas como o Casa Verde e Amarela (ou similares) podem exigir entradas menores.
O banco financia até um limite do valor do imóvel (geralmente até 80%).
Renda, score de crédito e histórico pesam na decisão.
Imóveis usados, novos ou na planta podem ter regras diferentes.
Na maioria dos casos, não.
Mas existem exceções:
Se aparecer “sem entrada”, vale olhar com lupa. Normalmente o valor está embutido em outra parte da negociação.
Sim. E não é só um pouco melhor.
Uma entrada maior pode:
É como começar uma corrida alguns metros à frente.
Aqui muita gente erra.
Além da entrada, você precisa considerar:
Esses custos podem chegar a 4% a 6% do valor do imóvel
A pergunta não é só “quanto eu preciso dar de entrada”.
A pergunta melhor é:
quanto eu posso dar sem comprometer minha estabilidade financeira?
Porque a entrada alta demais pode te deixar sem fôlego depois.
E financiamento imobiliário é maratona, não tiro curto.
A entrada é o primeiro filtro do financiamento.
Ela define não só se você entra no jogo, mas em quais condições você joga.
Planejar bem essa etapa evita decisões apertadas lá na frente.